O indicador, calculado com base nas respostas dos empresários dos principais setores de atividade, aumentou este mês 18 pontos para 78 pontos, o que, de qualquer modo, é um nível muito baixo, longe dos 100 pontos que marcam a média de longo prazo.

O INSEE, que num comunicado assinalou que foram ultrapassados pelo menos a barreira dos 70 pontos que em março de 2009 foi um mínimo durante a anterior crise financeira, explica que o forte aumento tem a ver com “a visão mais otimista das empresas sobre as suas perspetivas de atividade em todos os setores por efeito do desconfinamento”.

Contudo, as opiniões sobre a atividade dos últimos três meses continuam a ser muito baixas.

Quanto ao indicador do clima de emprego, este subiu 13 pontos em junho, o maior aumento mensal desde o início da série em 1991, ampliando a recuperação iniciada em maio, após o colapso sem precedentes de abril.

De qualquer forma, os 66 pontos deste indicador de emprego em junho continuam muito abaixo do nível da anterior crise financeira (73 pontos em 2009) e dos 100 pontos da média de longo prazo.

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