Em outubro do ano passado o défice foi de 1,964 mil milhões de dólares (1,78 mil milhões de euros).

“O incremento no défice decorreu, fundamentalmente, da redução no saldo positivo da balança comercial de bens, de 5,3 mil milhões de dólares (4,81 mil milhões de euros) [em outubro de 2018] para 490 milhões de dólares (445 milhões de euros) [em outubro passado]”, indicou o BC brasileiro no seu ‘site’, referindo-se àquele que foi o pior resultado para o mês de outubro em cinco anos.

O valor ultrapassa a estimativa da própria autoridade monetária para o mês, que projetava um défice de 5,8 mil milhões de dólares (5,27 mil milhões de euros) para o mês.

As exportações de produtos totalizaram 18,3 mil milhões de dólares (16,6 mil milhões de euros) em outubro deste ano, num recuo de 16,5% face ao mesmo mês de 2018. Na mesma base de comparação, as importações aumentaram 7,5%, para 17,8 mil milhões de dólares (16,6 mil milhões de euros).

No acumulado do ano, as exportações diminuíram 6,7%, enquanto as importações aumentaram 0,7%, resultando num superávit comercial de 29,1 mil milhões de dólares (26,4 mil milhões de euros), abaixo dos 43,5 mil milhões de dólares (39,5 mil milhões de euros) observados no período homólogo de 2018.

O BC do Brasil informou ainda que no mês anterior, o volume de investimento direto no país sul-americano chegou a 6,8 mil milhões de dólares (6,1 mil milhões de euros), montante que ficou aquém do registado em outubro e 2018, quando esse tipo de investimento chegou aos 8,1 mil milhões de dólares (7,3 mil milhões de euros).

Já no acumulado do ano, os investimentos estrangeiros diretos chegaram a 62,1 mil milhões de dólares (56,4 mil milhões de euros), cerca de 2% a mais do que o valor alcançado nos primeiros dez meses de 2018, quando o montante ficou nos 60,7 mil milhões de dólares (55,1 mil milhões de euros).

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