Segundo a agência de notícias EFE, as investigações estão a cargo do Departamento Central de Combate ao Trabalho Ilegal.

A investigação foi aberta em 2015, mas esteve algum tempo suspensa, tendo sido retomada em 2020.

De acordo com o jornal parisiense Le Figaro, até ao momento as autoridades ainda só solicitaram documentos à multinacional que desenvolveu uma aplicação para transporte privado urbano semelhante ao táxi.

O mesmo jornal avançou que está previsto interrogar “dezenas” de motoristas daquela plataforma, para saber as suas condições de trabalho e de contratação.

Na terça-feira, o comissário europeu para o Emprego, Nicolas Schmit, afirmou que a falta de direitos sociais dos trabalhadores deste tipo de plataformas “não é aceitável”.

A Comissão Europeia vai tornar público, na quinta-feira, o pacote de medidas que adotou para melhorar as condições de trabalho nas plataformas digitais, que incluem empresas como Amazon, Airbnb ou Uber.

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