"A ideia é criar um debate entre intervenientes desta área de países falantes de língua portuguesa, tendo como principal ponto a questão das mudanças climáticas", disse à Lusa Feliciano Dias, vice-presidente da Ordem dos Engenheiros de Moçambique.

A organização está a cargo da ordem moçambicana e da congénere de Portugal.

O encontro pretende ainda "promover o contacto direto entre as entidades responsáveis pelo desenvolvimento das políticas públicas nos vários países, de modo a potenciar sinergias e a fomentar contactos multilaterais", referem os organizadores em comunicado.

O congresso avança para a terceira edição com a ambição de se consolidar como plataforma de comunicação da engenharia no âmbito dos países que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Os mercados lusófonos vão ser escrutinados para análise sobre "setores económicos nacionais e realidades socioeconómicas, assim como para revelar as oportunidades de negócios para os engenheiros e empresas de engenharia".

Além das alterações climáticas, vão estar em debate os recursos naturais, nomeadamente, petróleo, gás e minério, três das principais fontes de riqueza de Moçambique.

O primeiro congresso realizou-se em 2012, em Lisboa, e o segundo em Macau, em 2014.

LFO/EYAC // PVJ

Lusa/fim

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