"Se o país não tiver a capacidade de monitorizar a sua exploração, os recursos naturais poderão esgotar-se e os moçambicanos continuarão pobres", disse a coordenadora da ITIE, Isabel Chivambe, citada em comunicado divulgado hoje.

A nota de imprensa resume os resultados de um seminário sobre a indústria extrativa promovido na terça-feira pelo Instituto para a Democracia Multipartidária (IDM), uma organização da sociedade civil moçambicana.

A complexidade e a dinâmica do setor da indústria extrativa exigem maior e melhor preparação dos quadros moçambicanos para a fiscalização, declarou Isabel Chivambe.

"Os atores políticos, sociedade civil e parceiros de cooperação devem apostar na formação, para que a monitorização na exploração dos recursos naturais seja feita com o devido conhecimento", frisou a coordenadora do ITIE.

Moçambique, prosseguiu, é rico em legislação e as entidades que zelam pelo setor estão abertas para fornecer informação a qualquer cidadão que a solicite.

"O setor extrativo está a trazer grandes mudanças no país e as abordagens que são feitas devem ser acompanhadas de dados e fontes", acrescentou Isabel Chuvambe.

A ITIE é uma réplica em Moçambique de um mecanismo internacional que promove a transparência no setor extrativo no mundo e que é constituído por entidades governamentais e da sociedade civil.

PMA //VM

Lusa/Fim

Newsletter

As notí­cias não escolhem hora, mas o seu tempo é precioso. O SAPO 24 leva ao seu email a informação que realmente importa comentada pelos nossos cronistas.

Notificações

Porque as noticias não escolhem hora e o seu tempo é precioso.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.