Em declarações aos jornalistas no âmbito do Kriol Jazz Festival, na Cidade da Praia, onde este ano é o homenageado, Dany Silva destacou ainda a presença de "músicos extraordinários e de alto nível" em Cabo Verde.

"O futuro da música de Cabo Verde é risonho. Está indo cada vez mais com mais força e aceitação por esse mundo fora", avaliou Dany Silva, 68 anos, e que viveu boa parte dos mais de 30 anos de carreia musical em Portugal.

É precisamente em Portugal onde, adiantou, está a desenvolver três projetos diferentes ligados à música africana, com destaque para aos países lusófonos.

"Este ano, se tudo correr bem em termos de editora, teremos novidades. É que o trabalho já está muito adiantado", referiu, sem adiantar mais pormenores.

Quanto à homenagem no Kriol Jazz Festival, Dany Silva disse que é "extraordinária" e nem queria acreditar na notícia.

"O meu coração parou por momentos", recordou, elogiando o Kriol Jazz Festival, dizendo que serve não só para ouvir boa música, mas também para aprendizagem com grandes nomes da música mundial.

O Kriol Jazz Festival, que já vai na sua 7.ª edição organizada pela Câmara Municipal da Praia, termina hoje à noite, com atuações de Lura, Reis Demuth Wiltgen Trio, Céu e Speranza Spalding.

Durante três noites, vários artistas cabo-verdianos partilham o palco com nomes da música da Europa, África, Américas e Caraíbas.

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