Marcelo Rebelo de Sousa, que hoje votou em Celorico de Basto, no distrito de Braga, falou às televisões à chegada a sua casa, em Cascais, no distrito de Lisboa, e disse que tem preparados três discursos para hoje à noite. "Quem concorre a eleições tem de estar preparado para uma volta, para uma segunda volta e para perder - ganhar ou perder", declarou.

"Às oito se saberá efetivamente qual dos discursos é que vai ser o discurso definitivo", acrescentou.

Questionado sobre as previsões de abstenção, que se situam entre os 50 por cento e os 60 por cento, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: "Eu fico contente pelo esforço dos portugueses", acrescentando: "Com pandemia, se realmente, apesar disso tudo - vamos ver os números finais - os portugueses saíram ao nível daquilo que se vê, foi um esforço enorme que não se previa".

O candidato presidencial apoiado por PSD e CDS-PP referiu que as previsões apontavam para "taxas de abstenção muito superiores", mas ressalvou: "Vamos esperar para ver".

O chefe de Estado salientou que "havia um ciclo nas reeleições" dos presidentes da República, "sempre com uma abstenção muito mais elevada do que nas [respetivas] eleições" - que se registou com Mário Soares, Jorge Sampaio e Aníbal Cavaco Silva.

"Se for possível quebrar isso, por comparação às últimas reeleições, era bom, sobretudo em pandemia", disse.

A sondagem da Universidade Católica para a RTP indica uma taxa de abstenção entre 50% e 55%, a projeção da Pitagórica para a TVI prevê uma taxa de abstenção entre 54,5% e 58,5%, as previsões do ICS/ISCTE/ GFK Metris para a SIC apontam para um intervalo entre 56% e 60% e a projeção da CMTV situa a abstenção entre 54% a 58%.

IEL (MYCA) // SF

Lusa/Fim

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