"A razão pela qual decidimos enviar esta documentação à CMVM, prende-se com o facto de estarmos convictos de que a CMVM tem, neste processo, uma enorme responsabilidade e sobre a qual terá muito brevemente de se pronunciar, no âmbito do processo-crime a dar entrada na Procuradoria-Geral da República de Portugal (PGR), contra as sócias da Portucel Moçambique, administradores desta e outras entidades e pessoas físicas como corresponsáveis", lê-se na carta enviada que acompanha o conjunto de onze documentos de apoio a que a Lusa teve hoje acesso.

Na documentação enviada à CMVM, os credores da Portucel Moçambique dão conta de que o pré-aviso da ação judicial contra o grupo Navigator foi submetido em dezembro de 2019 no Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal.

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