"O que queremos é conferir mais autonomia às instituições para lhes dar mais responsabilidade, para terem maior capacidade de atração de receitas, diversificando os fundos e as formas de se financiarem", afirmou, assinalando que o setor "não se financia apenas com fundos nacionais, mas também com fundos europeus e privados".

O ministro assumiu que o reforço da autonomia das instituições de ensino superior será feito "num quadro de esforço de contenção orçamental", que, disse, "terá de continuar", mas também num "esforço de viragem" do que foi "a asfixia crescente nos últimos anos", numa referência às restrições impostas durante a governação da coligação PSD-CDS/PP, liderada por Pedro Passos Coelho, entre 2011 e 2015.

Manuel Heitor falava aos jornalistas, em Lisboa, no final de uma reunião com membros do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas.

Para quarta-feira está agendada uma nova reunião, mas com elementos do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.

Trata-se das primeiras reuniões entre o novo titular da pasta do ensino superior, do governo socialista presidido por António Costa, que tomou posse em novembro, e representantes das universidades e dos institutos politécnicos.

ER //GC

Lusa/Fim

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