"Relativamente à questão, não está em avaliação", disse Macedo, quando questionado sobre a avaliação da sua idoneidade e se tem condições para continuar como presidente do banco público.

"Eu acho que há uma minimização, independentemente de tudo, do que é um banco público cumprir o seu plano estratégico e a displicência com que se fala de a equipa de gestão executar o mesmo, naquilo que é fundamental para o Estado português na maior instituição financeira", afirmou.

A avaliação da idoneidade de Paulo Macedo tem sido falada desde que o gestor foi referenciado como tendo dado emprego, quando estava no BCP, a um ex-assessor do antigo ministro da Economia Manuel Pinho, a pedido da EDP.

Em final de setembro, em entrevista à Lusa, o ministro das Finanças elogiou o "cumprimento exemplar" pelo presidente da CGD do plano de negócios, realçando que, felizmente, a avaliação da idoneidade é feita pelo Banco Central Europeu (BCE).

Questionado sobre se o Estado, enquanto acionista único da CGD, tem conhecimento de que a idoneidade de Paulo Macedo está a ser avaliada, o ministro das Finanças referiu que "a avaliação da idoneidade é feita pelo BCE, não pelo ministro de Finanças".

"E acho que é muito bom que assim seja. Deus nos livre de voltar aos tempos em que era o governo que fazia a avaliação da idoneidade dos gestores da CGD", referiu.

A CGD divulgou hoje que obteve lucros de 640,9 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, mais 73,5% do que nos mesmos nove meses de 2018.

IM/JE (ECR/VC) // CSJ

Lusa/Fim

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