O encerramento das fronteiras deste país da África Ocidental, em março, afetou gravemente a economia gambiana, que a par da agricultura e das remessas por emigrantes do país, tem no turismo uma das suas principais fontes de rendimento.

A decisão de reabrir as fronteiras, tomada após consulta junto das autoridades sanitárias, produz efeitos "imediatamente", afirmou a presidência numa declaração citada pela agência France-Presse (AFP).

Ainda assim, o Aeroporto Internacional de Banjul, na capital, não estará totalmente operacional antes de 31 de outubro devido às "obras de reconstrução" que continuam a decorrer, referiu o chefe de Estado.

Antiga colónia britânica, independente desde 1965, a Gâmbia regista 3.644 casos oficias de covid-19, incluindo 118 mortes.

Em África, há 39.403 mortos confirmados em mais de 1,6 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e noventa e nove mil mortos e quase 39 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

JYO // PJA

Lusa/Fim

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