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A mesma fonte adiantou que a decisão foi comunicado às 15:30.

Manuel Abrantes foi condenado a 3 de setembro de 2010 a cinco anos e nove meses de prisão por dois crimes de abuso sexual de menores, no âmbito do processo Casa Pia

Em declarações aos jornalistas, à saída da prisão, Manuel Abrantes reiterou estar inocente e disse ter esperança que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos se pronuncie a seu favor.

O antigo provedor-adjunto da Casa Pia voltou a afirmar que foi “linchado publicamente”, considerando não ser “normal o que se passou no processo da Casa Pia”.

“Tudo isto foi erro para não dizer uma fraude em alguns casos”, disse ainda.

Além de Manuel Abrantes, foram também condenados no processo da “Casa Pia”, relacionado com abusos sexuais de alunos e ex-alunos da instituição, o antigo apresentado de televisão Carlos Cruz, o antigo motorista casapiano Carlos Silvino, o médico Ferreira Dinis e o embaixador Jorge Ritto.

Em 2015, o antigo Provedor adjunto da Casa Pia viu recusado pelo Tribunal de Execução de Penas o pedido de liberdade condicional, acabando por ter apenas direito a três dias de licença precária para estar com a sua família no Natal.

Manuel Abrantes entrou na Casa Pia em 1971 como escriturário-dactilógrafo, em 1990 assumiu o cargo de director de serviços e em 1997 o de provedor-adjunto.

Em 2002 foi Provedor da Casa Pia, mas só por três dias, entre a passagem à reforma do ex-provedor Luís Rebelo e a nomeação de Catalina Pestana, em Dezembro.

[Notícia atualizada às 16:22]