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    Quando José Galhardo escreveu “Lisboa, não sejas francesa, tu és portuguesa, tu és só para nós” para Amália Rodrigues, estava longe de imaginar que alguma vez esta iria ser considerada a cidade mais “cool”, “trend”, “in”, “fancy” e “sexy” pelas revis
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    Preciso de saber uma coisa, para apontar aqui na minha agenda. Quando é que acabam com a parvoíce das praxes? Hum? Digam lá que eu precisava de saber isso para me orientar e ver se vale a pena ir comprar cartuchos para tunas e praxantes. Tenho a opin
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    Entre voltar de Salvador e votar pela última vez em Lisboa, fui ver a estátua do Padre António Vieira. Vieira é uma figura lendária e fascinante. O problema não está em lhe erguer uma estátua agora. Está na estátua erguida, no que foi dito na inaugur
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    Todos os anos, por esta altura, os jornais publicam as listas com as notas de entrada no ensino superior, listam os cursos, as vagas, as médias, e em geral são acompanhados pelas rádios e televisões em reportagens com testemunhos cheios de esperança
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    Estamos em Setembro, o mês em que aqui me estreei. O “aqui” da última frase tanto pode ser o SAPO 24 como o plano de existência onde nos encontramos. Vim desaguar a estas crónicas semanais em Setembro de 2016, mas já me tinha afogado de vida num Sete
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    Cocaína, tráfico de influências, corrupção, Yupido, submarinos, dinheiro de donativos desviado, etc. Portugal tem todos os ingredientes para um NARCOS à portuguesa.
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    Ontem aconteceu-me uma coisa bem divertida. Regressado de férias com um carro emprestado, estacionei à porta do prédio onde vivo há dois anos com “ticket” de estacionamento válido até ao meio-dia e meia. Para meu espanto, quando regresso ao carro, ti
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    “Imagina o que é, de um momento para o outro, teres de largar tudo o que te demorou anos a construir para fugires de uma guerra que foi criada pelos teus irmãos”, dizia-me um homem sírio, numa conversa que partilhávamos enquanto este baloiçava a neta
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    O estado das coisas é mau. Isso já sabemos. Resta saber de que coisas falamos porque há tantas coisas que estão mal... Fiz por ignorar esperando que a coisa se diluísse na espuma dos dias, que corre muito depressa nos sites de redes sociais, ignorand
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    Há fenómenos estranhos na nossa parca e pobre democracia: somos capazes de nos revoltarmos contra uma discriminação de género sexual duvidosa, básica e um pouco tola – mas mantemos um estranho silêncio, que mais parece indiferença, quando um tribunal
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    Xanana Gusmão apareceu-nos como uma bela história nos anos 90 do século XX. Ele era um dos principais símbolos da corajosa luta do povo de Timor pela liberdade e independência. O guerrilheiro Xanana fora capturado pelos ocupantes indonésios em 1992,

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