Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Os dados constam do relatório de ocorrências da instituição, conforme fez saber hoje, em declarações à agência Lusa, o porta-voz, Faustino Sebastião, sendo as províncias de Luanda e Cuanza Norte as mais problemáticas, a última com um total de 2.900 pessoas desabrigadas, devido às chuvas do final de semana.

Quatro mortos, mais de trezentas residências desabadas em consequência das chuvas e ainda quinze incêndios são os resultados das ocorrências registadas no fim de semana em Angola.

De acordo com Faustino Sebastião, a situação na província angolana do Cuanza Norte é “crítica” e obriga a corporação a “redobrar esforços”, para abrigar as pessoas, cujas casas desabaram ou ficaram inundadas devido às fortes enxurradas que estão a afetar a região.

Ainda em consequência das chuvas, na província da Lunda Norte uma criança morreu e outras ficaram feridas, devido ao deslizamento de terras, segundo sublinhou o responsável, acrescentando que a instituição registou um total de 37 ocorrências em todo país, entre as quais 15 incêndios.

Do total de incêndios, Luanda registou nove casos e os restantes ocorreram nas províncias de Malange, Zaire, Cabinda, Cuanza Norte e Cuando Cubango, com o setor residencial a ser o mais visado, por negligência e curto-circuito.

Os Serviços de Proteção Civil e Bombeiros de Angola registaram ainda nove afogamentos.

Quanto às chuvas que caíram na madrugada de hoje em Luanda, Faustino Sebastião explicou que “não há situações relevantes”, estando os efetivos do serviço a fazer o levantamento dos danos.