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"O programa de Marine Le Pen inclui uma maior despesa pública, protecionismo seletivo, revisão monetária ('frexit') e uma dispendiosa reindustrialização. O crescimento sofreria com um impacto na confiança devido à incerteza face ao novo sistema monetário", nota o trabalho, revelado pela COSEC, seguradora nos ramos do seguro de créditos e caução.

Ainda de acordo com os economistas da Allianz/Euler Hermes, Emmanuel Macron "é o único candidato com probabilidade de colocar o défice abaixo dos 3%" e Macron, François Fillon e Benoît Hamon "terão resultados idênticos no crescimento económico, 1,5% em 2018", caso sejam os vencedores do sufrágio.

As presidenciais em França, é também sublinhado no trabalho, "são as primeiras grandes eleições desde o 'Brexit' e da vitória de Donald Trump" nas presidenciais norte-americanas, e "acontecem numa década de evolução praticamente nula da economia francesa: o PIB 'per capita' mantém-se na linha do de 2007 (cresceu em média apenas 0,07% ao ano), e a taxa de desemprego está próxima dos 10%".

A primeira volta das eleições presidenciais em França realiza-se em 23 de abril.