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A posição dos sociais-democratas foi expressa pelo deputado António Leitão Amaro na interpelação do CDS sobre supervisão bancária, no parlamento, e em que foram discutidas propostas dos centristas e do Governo.

Segundo Leitão Amaro, as mudanças devem cumprir “três premissas”, a começar pela “preservação e reforço da independência” das instituições de supervisão.

“É fundamental para evitar a captura do sistema financeiro por práticas destrutivas que já vimos no passado e não permitir que os bancos sejam meios de influência política”, disse.

As alterações “não podem permitir uma fragmentação da ainda escassa capacidade instalada e massa critica nos reguladores nacionais” nem “causar tão elevados custos de transição que perturbariam a estabilização do sistema financeiro”, acrescentou.

Por outro lado, o deputado do PSD manifestou “as maiores reservas quanto à autonomização do poder de resolução”.

Na interpelação de hoje, estiveram em debate várias propostas do CDS e o ministro das Finanças, Mário Centeno, anunciou uma reforma da supervisão financeira com a criação de uma nova entidade que ficará com a responsabilidade da supervisão macroprudencial e ainda será autoridade de resolução bancária, retirando essa competência do Banco de Portugal.