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Entende o sindicato que devia ser o Governo a ter a “hombridade de terminar o suplício de quase 12 anos de congelamentos salariais”. Já que não o fez “tornou-se impreterível” a posição do sindicato, que acredita que será subscrita pelos restantes estruturas sindicais dos polícias.

Até porque, diz o SINAPOL em comunicado, “é completamente inadmissível continuarem a vigorar para os profissionais da PSP os congelamentos das suas justas, merecidas e devidas” progressões salariais.

“É preciso transmitir à sociedade e ao Governo, através da reunião agora solicitada, que a paciência dos polícias tem limites, e que se os polícias "aceitaram" nos últimos anos ficar "calados" devido à situação financeira do país, esse tempo acabou” e agora exigem o descongelamento imediato das progressões salariais.

O SINAPOL lembra que ainda recentemente no Brasil os polícias manifestaram o descontentamento por não serem aumentados desde 2014 e acrescenta que em Portugal não há aumentos desde 2005.

“Esperamos que o Governo entenda que esta reivindicação é mais que justa e acima de tudo necessária para garantir o eficaz funcionamento daquela que é uma organização policial com elevados índices de prevenção e combate à criminalidade”, avisa o sindicato.

Com cerca de 21 mil polícias, a PSP tem 15 sindicatos.