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A decisão do TAD, a que a Lusa teve hoje acesso, confirma as decisões proferidas anteriormente pela Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que arquivaram o processo, e o acórdão do pleno do CD, que posteriormente julgou improcedente o recurso dos ‘leões’.

O TAD corrobora o entendimento daquele acórdão, que considerou não provado que a Benfica SAD tivesse solicitado ou sugerido a qualquer árbitro principal, árbitro assistente, observador e delegado da LPFP uma atuação parcial e atentatória do regular decurso dos jogos para beneficiar as suas equipas principal e B e/ou prejudicar as equipas adversárias.

Em causa está a oferta do denominado ‘kit Eusébio’ – réplica de antiga camisola do Benfica e ‘voucher’ para quatro refeições - às equipas de arbitragem, aos delegados e aos observadores nos jogos em casa da equipa principal e da B, que o Sporting considera ultrapassar a mera oferta de cortesia.