Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

“Está tudo encerrado, mesmo com os bancos mais pequenos, e agora nas próximas semanas vamos lançar a oferta pública de venda (OPV) das ações aos trabalhadores para concluir este processo, para estabilizar a estrutura acionista, para nomear o conselho de administração e normalizar a empresa como foi o nosso propósito desde o início”, afirmou Pedro Marques aos jornalistas, à margem de uma iniciativa fechada à imprensa organizada pelo Millennium BCP, que decorreu no Palácio do Freixo, no Porto.

Segundo o governante, com a conclusão deste processo de renegociação da dívida da TAP, “o Estado está hoje, estará amanhã, daqui a 10 anos, daqui a 20 anos,” na estrutura acionista da empresa de transporte aéreo nacional.

“A nossa companhia de bandeira é portuguesa e assim vai permanecer”, sublinhou Pedro Marques.

O ministro disse ainda ter “uma boa expetativa” quanto à OPV, afirmando que os representantes dos trabalhadores da TAP têm transmitido que “muitos trabalhadores vão aderir”.

Em fevereiro de 2016, o Governo de António Costa reforçou a posição do Estado de 39% para 50%, configuração que terá ainda que receber aprovação do supervisor do setor da aviação.

O consórcio privado Atlantic Gateway fica com 45% do capital do grupo que tem como principal ativo a transportadora aérea, mas pode chegar aos 50%, em função da adesão dos trabalhadores da TAP à operação de venda de 5% que lhes está destinada.

Sobre o aeroporto complementar na região de Lisboa – Montijo -, Pedro Marques referiu que a decisão será tomada em função “do crescimento futuro da atividade aeroportuária”, e não em função da TAP.

“Na região de Lisboa é preciso alterar a situação. Há de ser uma boa notícia para a companhia de bandeira”, afirmou.

Afirmando que haverá investimentos nos aeroportos nacionais, o ministro remeteu contudo para sábado a apresentação “com mais detalhe” do que está previsto para o aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, Porto.

“No sábado vamos anunciar quais são as perspetivas em relação ao desenvolvimento, e vamos poder apresentar com mais detalhe”, concluiu.