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Os dados do Relatório Anual do Observatório Venezuelano de Prisões (OVP)  incluem registos de 54.738 detidos, num sistema que está habilitado para acolher 35.562 presos, correspondente a uma "sobrelotação de 153%".

Numa conferência de imprensa em Caracas o coordenador do OVP, Humberto Prado, explicou que aquele organismo divide os estabelecimentos prisionais em dois tipos, os do sistema nacional, que inclui as cadeias de máximas segurança e é gerido pelo Ministério dos Serviços Penitenciários e as comissarias ou calabouços de entidades policiais, municipais e regionais.

Além da situação de sobrelotação e de violência os presos venezuelanos estão ainda sujeitos, segundo aquele responsável, à deterioração de condições de saúde, com "72% dos detidos a apresentarem doenças dermatológicas e 18% doenças respiratórias".

Entre os novos problemas prisionais está a malnutrição ocasionada por falta de alimentos que, segundo o OVP registou "dez mortos" em 2016 e ainda três casos de "canibalismo".

Segundo a imprensa local na Venezuela existem 13 centros prisionais de alta segurança e 19 calabouços temporários, em polícias e tribunais.