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“O plano de negócios apresentado por Portugal prevê uma transformação estrutural da CGD e permitirá ao banco tornar-se rentável a longo prazo. A nossa apreciação revelou que o Estado português, enquanto acionista único da CGD, investe nas mesmas condições que um proprietário privado estaria disposto a aceitar. Por conseguinte, a recapitalização pelo Estado não constitui um novo auxílio estatal”, anunciou a comissária da Concorrência, Margrethe Vestager.

Ao início da tarde, numa conferência de imprensa no final da cimeira de líderes da União Europeia que teve lugar em Bruxelas, o primeiro-ministro, António Costa, já revelara que a Comissão Europeia iria hoje aprovar finalmente o processo de capitalização da Caixa, o que considerou “um facto muito positivo”, não só para o banco mas também porque resolve simultaneamente “parte substancial” do problema do crédito mal parado no sistema bancário português.