Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

A economia portuguesa “está a reagir pela mão das pessoas”, disse o chefe de Estado em Oliveira do Hospital, durante uma visita à 26.ª edição da Feira do Queijo Serra da Estrela.

Questionado pela agência Lusa sobre a dimensão desta realização da Câmara Municipal, com a presença de 250 expositores de vários setores de atividade, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que iniciativas deste tipo em Portugal, de norte a sul e nas regiões autónomas, constituem “sobretudo um sinal da vitalidade do poder local, dos municípios e as freguesias”.

“É por todo o país que nós encontramos feiras, praticamente todo o ano”, o que, na sua opinião, “é mérito dos produtores locais” e das autarquias.

Quando visitava os expositores e uma mostra de ovelhas da raça bordaleira, originária dos 18 municípios da região, onde é produzido o queijo certificado Serra da Estrela, o Presidente da República posou dezenas de vezes para fotografias com pessoas de todas as idades, enquanto centenas de câmaras e telemóveis se foram erguendo em seu redor.

Marcelo Rebelo de Sousa disse que 60% dos portugueses, segundo as últimas sondagens, “acham que é bom fazer o que faço”, respondendo aos jornalistas relativamente à frequência com que, desde o início do mandato, se embrenha em grandes ajuntamentos populares para confraternizar.

“Continuo com mais força”, congratulou-se Marcelo Rebelo de Sousa, admitindo, contudo, que “não se pode agradar a toda a gente”.

O Presidente da República “deve permanentemente fazer tudo o que está ao seu alcance para que haja um Governo forte, mas uma oposição também forte”, reiterou.

“Eu tenho obrigação de estar próximo das pessoas”, sublinhou, numa paragem da visita, em que ia abrindo caminho na companhia do presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital.

Em Portugal, “temos esperança, temos paz, temos uma distensão popular e não temos partidos radicais”, salientou.

“Portanto, quando eu olho para o mundo, isto é uma maravilha”, acentuou.