Segundo a mesma fonte, foram já detidas sete pessoas, incluindo um guineense, cinco malianos e um mauritano, e requerida prisão preventiva para três funcionários do Ministério da Justiça, um agente da Direção-Geral de Migração e Fronteiras, e mais dois cidadãos da Guiné-Conacri e dos Camarões.

A fonte precisou que a rede operava na Guiné-Bissau e em países da África Ocidental e França.

O Departamento de Informação Policial e Investigação Criminal guineense, em colaboração com o Ministério Público, realizavam há vários meses uma operação de investigação relacionada com a falsificação de documentos, nomeadamente passaportes, bilhetes de identidade e certidões de nascimento, atribuídas ilegalmente a cidadãos estrangeiros por valores que variavam entre os quatro e os cinco milhões de francos cfa (entre 6.000 e 7.500 euros).

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