Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Reparámos que tem um Ad Blocker ativo.

A informação tem valor. Considere apoiar este projeto desligando o seu Ad Blocker.

Pode também apoiar-nos subscrevendo a nossa ou seguindo-nos nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

De acordo com o museu - cujo novo edifício encerrou a 06 de fevereiro, para reparações e instalação das novas exposições - a reabertura vai incluir uma performance, a partir das 18:00, com 30 participantes, relativa à instalação do artista mexicano.

A performance - que inclui destroços de barcos tradicionais portugueses e irá durar duas horas e meia - é uma nova versão daquela que Hector Zamora realizou em 2012 no Paseo de los Héroes Navales, em Lima, no Peru, e, em 2016 no Palais de Tokyo, em Paris.

Na terça-feira, dia da inauguração oficial das novas exposições, o público poderá ver, no exterior do museu, às 18:00, uma performance de Michelangelo Pistoletto intitulada "Terzo Paradiso", uma fusão entre o primeiro e o segundo paraíso, na conceção do artista.

Para as 18:30 do mesmo dia está prevista a apresentação de outra performance, "Canto Urbano", de Allard van Hoorn, com duração de meia hora, na qual os azulejos de cerâmica da fachada do edifício do MAAT serão utilizados como instrumentos de música, tocados e afinados ao vivo como notas musicais.

A exposição coletiva "Utopia/Distopia" vai ocupar a galeria principal, a Project Room e a Video Room do museu, com curadoria do diretor do MAAT, Pedro Gadanho, de João Laia e Susana Ventura, até 21 de agosto.

A mostra vai apresentar 60 obras e projetos de artistas e arquitetos que, nas respetivas áreas, desde o início dos anos 1970, "têm contribuído para uma compreensão profunda e uma reflexão crítica sobre temas cruciais do presente", segundo a organização.

"Utopia/Distopia", exposição que evoca o 500.º aniversário da publicação da obra "Utopia", de Thomas More, "centra-se nos conceitos de utopia e distopia, e na forma como a dicotomia entre ambos reflete uma época de aceleração paradoxal, em que a ansiedade e o otimismo coexistem".

Andreas Angelidakis, Timo Arnall, Kader Attia, Pedro Bandeira, Pedro Barateiro, Olivo Barbieri, James Beckett, Berdaguer & Péjus, Alain Bublex, Jordi Colomer, Robert Darroll, Inês Dantas, Tacita Dean, Diogo Evangelista, e Ângela Ferreira são alguns dos artistas participantes.

Na mesma altura será inaugurada na Central 2 a exposição "O Que Eu Sou, Coleção de Arte Fundação EDP", com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas e Inês Grosso, que ficará patente até 29 de maio.

Em "O que eu sou", que adota o título de um poema de Teixeira de Pascoaes - publicado originalmente no livro "Elegias", de 1912 - é assumido como tema central a relação entre a definição de 'self' (o indivíduo em si), e as ideias de arte e vida na produção contemporânea, questionando as diversas ligações possíveis entre os percursos biográficos e artísticos.

Trata-se da terceira exposição de um ciclo de olhares sobre a Coleção de Arte Fundação EDP intitulado "Perspetivas" e que apresenta, desta vez, obras de autores como António Olaio, António Sena, Carlos Nogueira, Cristina Terra da Motta, Ernesto de Sousa, Graça Sarsfield, Helena Almeida, Horácio Frutuoso, João Pedro Vale, Jorge Molder, entre outros.

A partir de quarta-feira, as entradas passarão a custar nove euros, para a visita aos dois espaços museológicos, ou cinco euros, caso o visitante queira entrar apenas na Central Tejo ou no novo edifício do MAAT.

Vai também ser criado um cartão anual de membro do MAAT, com um custo de vinte euros, com entrada livre para todas as exposições, e um acompanhante.

Situado na margem do rio Tejo, em Belém, o novo museu da Fundação EDP inaugurou parte do espaço expositivo, a 05 de outubro do ano passado, numa primeira fase de abertura do edifício projetado pelo ateliê AL_A, da arquiteta Amanda Levete.