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Com esta ação, os advogados de Rousseff pretendem mostrar que a equipa da então chefe de Estado brasileira pagou parte das despesas do seu parceiro de coligação e atual Presidente, Michel Temer, para concluir que as fontes de financiamento eram as mesmas e, portanto, se uma era considerada ilegal, a outra também o seria.

Os documentos foram dirigidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no âmbito de um processo que investiga possíveis irregularidades na campanha de 2014, em que a antiga Presidente foi reeleita, juntamente com Temer.

Se as origens do financiamento forem consideradas ilegais, o tribunal poderá chegar ao extremo de anular a vitória eleitoral de Dilma, e, consequentemente, do próprio Temer, que enfrenta o risco de perder o cargo por este motivo.

Rousseff e Temer negaram ter recebido dinheiro de forma ilegal para a campanha presidencial de 2014, mas o atual Presidente pediu que as contas de ambos fossem analisadas em separado pela justiça eleitoral, argumentando que não tinham as mesmas fontes de financiamento e, portanto, não poderia ser punido por crimes alheios.

A justiça eleitoral suspeita que quer Dilma, quer Temer, que substituiu a antiga Presidente após a sua destituição em agosto passado, se possam ter financiado com dinheiro gerado pela rede de corrupção na petrolífera estatal, Petrobras.