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Os líderes europeus reelegeram esta quinta-feira o polaco Donald Tusk à frente do Conselho Europeu, apesar da oposição da Polónia, anunciou o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel através do Twitter.

Nesta publicação, Bettel desejou boa sorte a Tusk à frente dos 28 países da União Europeia até novembro de 2019.

"Grato pela confiança e pela avaliação. Farei o meu melhor para tornar a União Europeia melhor", prometeu Tusk na rede social.

A chanceler alemã, Angela Merkel, considerou que a reeleição de Tusk enviará "um sinal de estabilidade para toda a União Europeia".

A escolha do presidente do Conselho Europeu dominava a agenda da cimeira de chefes de Estado e de Governo da UE, em Bruxelas, sendo que Tusk já tinha praticamente garantida a sua recondução para um novo mandato de dois anos e meio, apesar da oposição do seu país, a Polónia, que indicou outro candidato ao cargo, o eurodeputado Jacek Saryusz-Wolski.

Questionado hoje sobre a eventual nomeação de Tusk para um segundo mantado, o Primeiro-ministro português, António Costa, disse estar "confortável" com este cenário.

“Desde o princípio que temos defendido a estabilidade nas presidências das instituições (…) e temos uma avaliação positiva do trabalho de Donald Tusk. Se no Conselho se confirmar o consenso em torno da sua candidatura, não obstante a oposição do Governo do seu próprio país, creio que deve ver o seu mandato renovado e estamos confortáveis com essa situação”, disse o chefe do Governo em declarações aos jornalistas.

Além de Costa, vários líderes europeus, como a chanceler alemã Angela Merkel, já haviam manifestado publicamente o seu apoio a Tusk para um novo mandato (de junho de 2017 a novembro de 2019).

O chamado “Conselho da Primavera”, tradicionalmente dedicado a assuntos económicos, além na eleição do presidente do Conselho Europeu, tem em agenda uma análise ao estado da economia europeia e um debate sobre política comercial. Segundo a AFP, deve ainda ser discutida neste encontro a crise migratória e questões relacionadas a Defesa.

Na sexta-feira, sem a presença da primeira-ministra britânica Theresa May, os líderes da UE vão concentrar-se na preparação da "Declaração de Roma", que preveem publicar por ocasião dos 60 anos do Tratado de Roma, a 25 de março. Este texto solene deve mostrar que a UE permanecerá unida após o Brexit.