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Mohamed VI partiu para a Etiópia a 27 de janeiro, onde passou dois dias, e depois iniciou um périplo pelo Sudão do Sul, Gana, Zâmbia, Guiné-Conacri e Costa do Marfim.

Durante o périplo, o rei e a numerosa delegação que o acompanhou, que inclui ministros e os maiores empresários do país, assinou um total de 75 convenções e acordos com aqueles cinco países, no âmbito da energia, religião, infraestruturas, turismo e formação profissional.

O monarca fez de África um dos seus eixos de atuação dos últimos anos, tendo já realizado 51 viagens a 28 países do continente.

Na Etiópia, Mohammed VI participou na cimeira da União Africana que selou o seu reingresso na organização.

Em fevereiro passado, Marrocos manifestou o desejo de ser “membro pleno” da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, fundada em 1975, e onde Rabat tem o estatuto de observador.

Marrocos é promotor de um ambicioso projeto, anunciado no início de dezembro de 2016, ou seja, a construção de um gasoduto entre a Nigéria e o reino através da costa atlântica.