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Combinando cálcio, cobalto e térbio, a equipa liderada pelo professor de engenharia Ashutosh Tiwari descobriu uma maneira eficiente, barata e amiga do ambiente de gerar eletricidade através de um processo termoelétrico que usa ar quente e ar frio.

O efeito termoelétrico acontece quando a diferença de temperaturas num material gera corrente elétrica. Basta haver um grau de diferença para as partículas com carga elétrica viajarem do lado quente para o lado frio.

"Não há químicos tóxicos no processo", afirmou o primeiro autor do estudo publicado hoje na revista Scientific Reports, Shrikant Saini.

Esta tecnologia pode ser aplicada a joias que usam o calor do corpo para alimentar sensores como monitores de glucose ou cardíacos, a panelas capazes de carregar dispositivos móveis, ou a carros, utilizando o calor do motor.

Os autores da descoberta afirmam ainda que poderia ser usada para tornar as centrais elétricas mais eficazes, reaproveitando o calor que produzem em conjunto com o ar frio do ambiente.

Tiwari destacou ainda que seria especialmente útil em países onde a eletricidade escasseia e a única fonte de energia é o calor.

A Universidade já pediu a patente do material e vai começar a usá-la em carros e biossensores.