No âmbito da música, o Teatro de Vila Real vai receber, a 06 de fevereiro, a fadista Gisela João, seguindo-se, a 24 de março, Rui Veloso, no âmbito da sua digressão acústica.

Em comunicado, a instituição cultural afirma que a programação musical do trimestre é “sobretudo feita de diversidade”, destacando, em janeiro, o Festival de Ano Novo (FAN).

Com sete espetáculos e sob o mote “da tradição à contemporaneidade”, o FAN leva a Vila Real artistas de quatro países, que interpretarão “O Quebra-nozes”, e experiências mais contemporâneas, com a participação do duo Ceeys ou do pianista Quentin Sirjacq, a par de instrumentistas como Filipe Quaresma e Afonso Fesch, realçando ainda a estreia da Orquestra de Câmara Galega em Vila Real.

Pelo palco do café-Concerto vão passar, entre outros, Benjamim, Éme e Grandfather’s House, bem como o festival de inverno Boreal que “na sua terceira edição se constitui de novo como montra da vivacidade das novas gerações lusas, com um cartaz de dez nomes liderado por Mirror People e Keep Razors Sharp”.

Músicos da região como Namari e Can Cun vão também mostrar-se ao público local.

O cinema integra também a programação do Teatro de Vila Real, com dez sessões, integradas nos ciclos Cinema Sem Pipocas, Shortcutz e Olhares do Mediterrâneo – Cinema no Feminino, que pela primeira vez se apresenta na cidade, numa parceria entre o Teatro e a Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.

No domínio do teatro, destacam-se as peças “Elizabeth Costello”, de Cristina Carvalhal, “Mundo Interior”, de João Garcia Miguel e João Paulo Santos, “Arabesco” e “Lobo Mau”, da Red Cloud, “Dança da Chuva”, do Elefante Elegante, “Atelier Paixão”, do Projeto Ruínas, e “A Grande Vaga de Frio”, com Emília Silvestre, que abre o festival Vinte e Sete, no Dia Mundial do Teatro, a 27 de março.

A produção do Teatro de Vila Real salienta ainda o espetáculo “Beat Hotel”, que põe em concerto a poesia da Beat Generation, para antecipar o Dia Mundial da Poesia, que se assinala a 21 de março.