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"Isto não é só um ecrã - Noronha da Costa – 50 anos de pintura (1967-2017)" reúne 35 obras, sobretudo peças da coleção pessoal do artista plástico, que também trabalhou na área do cinema, e estará patente até ao dia 22 de abril.

De acordo com a Casa-Museu Medeiros e Almeida, esta mostra tem como objetivo "desenvolver algumas pistas conceptuais para a compreensão da obra de Noronha da Costa, marcada pela experimentação constante de inconfundível pulsão filosófica".

A exposição tem curadoria de Bernardo Pinto de Almeida, crítico de arte, que, desde finais da década de 1980, tem acompanhado Noronha da Costa no plano histórico, crítico e curatorial.

Nascido em Lisboa, em 1942, Luís Noronha da Costa fez o curso de arquitetura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, e expôs individualmente pela primeira vez em 1962, em Lisboa, Paris e Munique.

Em 1969 participou na Bienal de S. Paulo e representou Portugal na Bienal de Veneza de 1970.

As suas primeiras obras de relevo eram sobretudo colagens, depois dedicou-se à criação de objetos, com espelhos e vidros para produzir efeitos espaciais, passando, no final da década de 1960, a criar pintura de imagens com vistas através de um ecrã desfocante.

A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, dedicou-lhe uma retrospetiva em 1983.

Em 1999, foi-lhe atribuído o Prémio Europeu de Pintura pelo Parlamento Europeu e, em 2003, venceu o Prémio AICA, da Associação Internacional de Críticos de Arte, em Lisboa.

A obra do artista encontra-se em coleções públicas e privadas nacionais de arte contemporânea, como a da Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação de Serralves, o Centro Cultural de Belém, o Museu do Chiado, entre outras, e internacionais, como a Washington Gallery, nos Estados Unidos.