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Na conferência de imprensa conjunta entre Donald Trump e Angela Merkel, o Presidente americano, na primeira intervenção, reiterou à chanceler o apoio à NATO. "Reiterei à chanceler Merkel o meu apoio à NATO e também a necessidade de que os nossos aliados paguem sua quota parte nos custos de defesa. Muitas nações devem somas enormes há vários anos e isso é injusto para os Estados Unidos" - referindo-se ao facto de todos os estados-membros da NATO terem o dever de consagrar 2% do Produto Interno Bruto à despesa militar -, disse Trump ao mesmo que elogiava o esforço financeiro da Alemanha em matérias de segurança.

Realçando a necessidade de combater o extremismo islâmico e de derrotar o Estado Islâmico, o Presidente norte-americano sublinhou que matérias de imigração são também temas de segurança nacional. "Temos de proteger os nossos cidadãos de todos aqueles que pretendem espalhar o terrorismo dentro das nossas fronteiras", disse.

"A imigração é um privilégio, não é um direito.  E a segurança dos nossos cidadãos tem vir sempre em primeiro lugar", sublinhou Trump.

Palavras, sobre a Organização do Tratado Atlântico Norte, que agradaram muito a Merkel que se mostrou satisfeita pelo compromisso reiterado por Trump em relação à NATO, e que respondeu com a promessa de que a Alemanha iria trabalhar e dar um novo passo em relação às missões no Afeganistão e Síria.

Em relação às palavras de Trump sobre imigração, Merkel defendeu a proteção das fronteiras, mas sublinhou que o mais importante é olhar para os problemas que estão na origem da atual vaga de refugiados para que se possa ajudar os países de origem resolvê-los.

Na área económica, afirmando que não é um isolacionista, Trump defendeu políticas comerciais justas e recíprocas que ajudem as pessoas que foram afetadas pelas correntes comerciais globais. "Devemos trabalhar juntos por políticas comerciais que sejam justas e recíprocas e que beneficiem os nossos povos. Milhões de americanos trabalhadores foram colocados de lado pelo comércio internacional", disse o Presidente ao lado da chanceler.

Angela Merkel, primeira-ministra alemã, encontrou-se esta sexta-feira com Donald Trump, num encontro que deveria ter acontecido no início da semana (na terça-feira), mas que teve de ser adiado devido ao nevão que afetou a costa leste dos Estados Unidos. O contratempo – que obrigou a chanceler a descer do avião em Berlim quando estava prestes a descolar – permitiu-lhe aterrar em Washington com “um resultado pró-europeu”, a expressão que Merkel usou para descrever a votação nas eleições legislativas holandesas.

[Notícia atualizada às 20:14, substituindo no título e no corpo de texto o termo 'imigração' por 'emigração'.]