Depois das 17:30 hora local no leste dos Estados Unidos (21:30 GMT), o registo da universidade americana indicava um total de 200.031.896 infeções em todo o mundo.

O número de casos a nível global demorou mais de seis meses para duplicar, desde que no último dia 26 de janeiro foram atingidos 100 milhões de infeções pelo covid-19, segundo a mesma fonte.

Ou seja, 200 milhões de infeções foram registadas em metade do tempo das primeiras 100 milhões, tendo este anterior marco sido alcançado mais de um ano depois dos casos originais de covid-19 serem detetados em Wuhan (China), em dezembro de 2019.

O novo marco ocorre num momento de crescente preocupação global com a disseminação da variante delta do novo coronavírus, que é duas vezes mais transmissível do que o vírus original que desencadeou a pandemia e pode levar a mais hospitalizações.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou na semana passada que as infeções por covid-19 duplicaram no último mês em cinco das suas seis regiões geográficas, principalmente devido à circulação da variante delta, já presente em quase 124 países.

Embora a campanha de vacinação tenha desacelerado o aumento de infecções nos últimos meses em vários países ricos, a desigualdade no acesso global às vacinas, associada à expansão da variante delta, tem causado situações dramáticas em países com menos recursos.

De acordo com dados da Johns Hopkins, os Estados Unidos continuam a ser o país com mais infeções, um total de 35,3 milhões, seguidos pela Índia (31,7 milhões), Brasil (19,9 milhões), Rússia (6,2 milhões), França (6,2 milhões), Reino Unido (5,9 milhões) e Turquia (5,8 milhões).

Seguem-se Argentina (4,9 milhões), Colômbia (4,8 milhões) e Espanha (4,5 milhões).

(Notícia atualizada às 00:24 de quinta-feira, 5 de agosto)

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