
Em Lisboa, a concentração está prevista para as 15:00 no Príncipe Real e termina no Cais do Sodré, enquanto no Porto está prevista para as 10:00 no Campo 24 de Agosto e termina na Avenida dos Aliados. Já em Coimbra, começa pelas 10:30 na Avenida Fernão Magalhães (junto ao centro saúde) e termina na Praça 8 de Maio.
Em declarações à Lusa, o secretário-geral da CGTP disse acreditar que a manifestação vai ser "um grande momento de luta" e espera que esta assuma uma "importância ainda maior", à luz eleições legislativas antecipadas convocadas para 18 de maio, apesar de o protesto ter sido convocado antes de serem marcadas as eleições.
"É fundamental encontrar um rumo diferente para o país", afirmou Tiago Oliveira, desafiando os partidos políticos a colocar "no centro da discussão" as suas propostas sobre várias temáticas, desde o Serviço Nacional de Saúde, aos salários e até à Segurança Social, ao invés de discutirem "casos e casinhos".
Sob o lema "Mais salário e melhores pensões - Defender os serviços públicos e as funções sociais do Estado - Segurança Social, Saúde, Educação, Habitação", o protesto é dirigido ao setor público e privado.
Para permitir a participação de todos os trabalhadores, "vários setores" avançaram com pré-avisos de greve, como é o caso do comércio, serviços e hotelaria, segundo disse à Lusa o secretário-geral da central sindical.
No caderno reivindicativo, a CGTP exige um aumento salarial de, pelo menos, 15%, num mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores, bem como o aumento do salário mínimo nacional dos atuais 870 euros para 1.000 euros.
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