“A NATO está a oferecer apoio direto à coligação internacional com os nossos aviões de vigilância aérea AWACS [Sistema aéreo de controlo e alerta], proporcionando uma perspetiva aérea maior e tornando os céus mais seguros”, disse Jens Stoltenberg.

Em conferência de imprensa para antecipar a cimeira de ministros da Defesa dos países da Aliança Atlântica, que começa quarta-feira, em Bruxelas, o secretário-geral da NATO adiantou que o primeiro desses voos realizou-se no passado dia 20 de outubro.

O primeiro destes voos realizou-se no passado dia 20, adiantou, precisando que estas operações inserem-se em ações de apoio e vigilância “e não de combate”.

Questionado pelos jornalistas, Jens Stoltenberg esclareceu que os voos “vão aumentar” e “vão continuar”, defendendo que contribuem para “aumentar a segurança” da coligação internacional.

Para o secretário-geral da NATO, “o sucesso da coligação foi possibilitado pela capacidade” de trabalharem juntos, desenvolvida ao longo de décadas de missões e exercícios da NATO.

“Comprometemo-nos a manter a força da coligação. Para que o Estado Islâmico possa ser derrotado de uma vez por todas”, declarou.

“Segundo disse por seu lado o embaixador norte-americano Douglas E. Lute, num `briefing´ sobre o mesmo tema no quartel-general da Aliança, os voos realizam-se a partir das bases da NATO na Alemanha e Turquia.

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