"Um velho e revelho espectro paira sobre a Europa: o do totalitarismo e do fascismo", alertou, lamentando "a pós-verdade 'Trumpista' e 'Bolsonarista', referindo-se aos presidentes norte-americano e brasileiro, numa "mescla indistinta", onde "tudo parece afundar-se"

Para Teixeira Lopes, há que "fazer a diferença" quando "parte significativa da direita abdicou do sentido crítico".

"Doravante, vale tudo", condenou, exemplificando com a 'fake new' sobre a alegada posse de um relógio de 20 milhões de euros por parte da coordenadora do BE, Catarina Martins.

O ex-parlamentar bloquista receitou "menos tempo na 'Net' e mais tempo nas ruas, entabular conversa com estranhos, saber comunicar, melhorar argumentos, desmontar falsidades", ou seja: "um compromisso que respeite os factos e as regras elementares do entendimento comum".

"Temos de saber não transigir, tomar posição, nenhuma liberalidade é possível", defendeu, recusando igualmente a teoria da "Terceira Via".

O dirigente bloquista de Aveiro Nelson Peralta apontou como "maior 'fake new' da década a de que não há alternativa à austeridade".

"A pergunta é para quê e para quem queremos governar", questionou, respondendo em seguida: "para os trabalhadores e as trabalhadoras".

Peralta assegurou que o BE é "uma esquerda que se bate" e "não se encosta a lado nenhum", que "não deixa ninguém para trás".

"Sim, queremos governar. O BE está preparado e estamos prontos", reforçou.

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