“A informação chegou-nos cerca das 07:45”, através de “um popular que avistou o corpo”, disse à agência Lusa o comandante da Polícia Marítima e capitão do Porto de Sines, Manuel Sá Coutinho.

Segundo o comandante, o corpo apareceu “fora de água, nas rochas que se encontram junto à costa”, sensivelmente “a 1,5 quilómetros a sul” do local onde o menino havia desaparecido.

“A autoridade de Saúde já esteve no local, a confirmar o óbito, temos autorização do Ministério Público e o corpo vai ser removido pelos bombeiros para a morgue do Hospital do Litoral Alentejano”, no concelho de Santiago do Cacém, indicou a fonte.

No passado dia 21 deste mês, o menino, de 10 anos, estava na água, na praia, com o pai, que terá saído do mar e deixou de ver o filho, tendo o alerta para o desaparecimento do rapaz sido dado cerca das 16:30 desse dia.

As autoridades realizaram, então, buscas por mar, terra e ar para tentar encontrar o menino, com meios da Polícia Marítima, dos bombeiros, GNR e Força Aérea, sem resultados, até hoje.

O Gabinete de Psicologia da Polícia Marítima disponibilizou-se para prestar apoio psicológico aos familiares do menino.

Trinta e seis pessoas morreram afogadas entre 01 de janeiro e 01 de maio deste ano, metade das quais no mar, segundo os dados divulgados pelo Observatório do Afogamento, da Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores.

De acordo com o Observatório, nenhum dos locais onde as 36 pessoas morreram - 28 homens e oito mulheres - tinha vigilância.

A Polícia Marítima e militares da Marinha reforçaram no início do mês a presença nas praias, alertando para os riscos das condições do mar.

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