A lava foi caindo de forma lenta e a única coisa que se podia ver de longe são as pedras incandescentes que caem no mar, segundo a transmissão realizada pela Televisão Canária, a partir de uma embarcação, e as imagens disponibilizadas a partir do navio do Instituto Espanhol de Oceanografia Ramón Margalef.

A escuridão da noite não permite ver as colunas de vapor de água que supostamente se devem ter formado em resultado do choque térmico da lava com a água do mar, colunas que transportam gases que podem ser tóxicos para os olhos e pulmões e a pele. Mas constata-se um fumo negro, que faz parte do processo produzido pela queda da lava no mar.

A lava tem estado a cair no mar a partir de uma altura de 100 metros, por um penhasco situado nas proximidades da praia El Guirre, em Tazacorte.

Depois da paragem na erupção na segunda-feira, o magma, segundo explicaram os especialistas, emergiu de zonas mais profundas, pelo que a lava está mais quente e se desloca com mais rapidez, especialmente nos últimos metros.

Os vulcanólogos advertiram nestes dias a população para que não se aproxime do rio de lava quando este entrar no mar, porque podem ocorrer novas explosões e intensificar-se o fumo com substâncias tóxicas para olhos, pulmões e pele.

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