O Departamento de Estado indicou, em comunicado, que governos, organizações internacionais e organizações não-governamentais são os destinatários da ajuda, da qual perto de 200 milhões de dólares (182 milhões de euros) se destina à assistência médica de urgência e quase 300 milhões (273 milhões de euros) são para apoiar sobretudo “as populações afetadas pelas contínuas crises humanitárias, particularmente as pessoas deslocadas”.

Entre os países apoiados encontram-se alguns de língua oficial portuguesa como Moçambique (5,2 milhões de euros), Angola (519.000 euros), Timor-Leste (quase um milhão de euros) e Brasil (865.000 euros).

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