As três pessoas detidas têm ligações com o agressor, Jamel G., um tunisino de 36 anos, que é desconhecido das autoridades francesas e que estava em território francês de forma ilegal.

A polícia continua as investigações e tem em curso duas buscas, uma delas na casa do agressor.

A funcionária foi atacada na esquadra de polícia de Rambouillet, cerca de 45 quilómetros a sudoeste de Paris, não sendo conhecido ainda o motivo do agressor.

A brigada antiterrorista do Ministério Público está a investigar o caso.

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, e o ministro do Interior, Gérald Darmanin, já mostraram interesse pelo caso, dizendo que pretendem prestar o seu apoio aos agentes da esquadra de Rambouillet.

Em paralelo, e numa primeira reação no local do atentado, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, considerou que “a República acaba de perder uma das suas heroínas do quotidiano, num gesto bárbaro e de uma infinita cobardia”.

O procurador antiterrorista abriu “um inquérito de evidência de um assassínio sobre pessoa depositária de autoridade pública em relação com uma organização terrorista e associação de malfeitores terrorista”.

Esta ataque coincide com as medidas do Governo do Presidente Emmanuel Macron sobre o reforço da segurança das polícias, que consideram estar submetidos a crescentes perigos devido ao aumento da criminalidade.

Macron poderá confrontar-se com a líder de extrema-direita Marine Le Pen nas eleições presidenciais de 2022, onde tentará garantir um segundo mandato.

(Notícia atualizada às 20:36)

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