De acordo com a GNR, os homens deslocavam-se a estabelecimentos com jogos da Santa Casa da Misericórdia, apostavam “quantias muito elevadas” no “Placard”, jogo de apostas desportivas, e fugiam dos estabelecimentos com os boletins de apostas sem pagar, em valores que ascenderam aos 45 mil euros.

A polícia esclarece que, em alguns casos, os homens “recorriam a armas de fogo ou brancas” para obrigar os lesados a entregar os boletins de jogo.

Os homens levantavam depois os valores dos prémios conseguidos através de apostas feitas, com valores médios de 1.400 euros, que não pagavam.

Os homens foram detidos depois de dois roubos nas localidades de Pêro Pinheiro e Malveira, nos concelhos de Sintra e Mafra, respetivamente, tendo na sua posse “quatro talões de jogo, 85 euros em numerário e três telemóveis, provenientes dos roubos”.

Os três homens, cuja idade não foi revelada, são suspeitos de terem efetuado 35 furtos e roubos, dois dos quais à mão armada e sete com recurso a arma branca.

Todos os suspeitos tinham antecedentes criminais pela prática dos mesmos tipos de crime.

Um dos homens estava a cumprir a medida de coação de apresentações periódicas às autoridades, outro já tinha cumprido prisão preventiva, no Reino Unido, e o terceiro, apesar de não ter sido sujeito a medidas de coação, também tinha “antecedentes de furtos e roubos”.

Depois de presentes, na quinta-feira, ao Tribunal Judicial de Sintra, os três homens ficaram em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Caxias.

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