Trata-se de centenas de pequenos fragmentos, com dois mil anos, que foram descobertos pelos arqueólogos na década de 1950 e guardados em caixas de charutos.

Hoje, após vários anos de estudo, foram exibidos num simpósio internacional que assinalou os 70 anos da descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, uma coleção de centenas de textos e pedaços de texto encontrados nas grutas de Qumran, no final da década de 1940 e nos anos 1950, e considerados a versão mais antiga do texto bíblico.

Os minúsculos fragmentos, em pele, foram analisados com uma máquina digitalizadora de imagens em múltiplos espetros de luz, concebida pela NASA.

Em Qumran foram descobertos inicialmente 900 manuscritos, a maioria mal conservados, que incluem as cópias mais antigas em hebraico do Antigo Testamento.

Segundo investigadores da Universidade Hebraica de Jerusalém, os novos fragmentos poderão pertencer a um novo manuscrito do mar Morto.

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