Em conferência de imprensa, o porta-voz da polícia de Jacarta, Prabowo Argo Yuwono, ligou as detenções à destruição de propriedade e incitação à violência.

Na quarta-feira à noite, os manifestantes lançaram pedras e outros objetos contra a polícia de intervenção, que respondeu com granadas de gás lacrimogéneo, balas de borracha e centenas de detenções.

Pelo menos seis mortos e mais de 200 feridos foram já registados na sequência dos confrontos entre a polícia e centenas de defensores do candidato presidencial derrotado, o ex-general Prabowo Subianto.

O mesmo porta-voz da polícia indicou que as mortes foram causadas por disparos e agressões com objetos contundentes. Prabowo Argo Yuwono negou que as autoridades tenham recorrido a munições e responsabilizou os manifestantes pelo uso de armas de fogo.

O número oficial de feridos é de 200, embora fontes de vários hospitais tenham comunicado à agência noticiosa indonésia Antara que o número de feridos é superior a 350, muitos dos quais já tiveram alta.

Na quarta-feira, o ministro da Segurança indonésio, Wiranto, anunciou que o acesso às redes sociais em certas zonas ia ser limitado.

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