O número de mortos provocados pelo ciclone Idai e as cheias que se seguiram subiu para 493, anunciaram esta sexta-feira as autoridades moçambicanas.

O último balanço, apresentado no centro de operações de socorro da cidade da Beira, aponta ainda para 1.523 feridos e 839.748 pessoas afetadas pelo desastre natural, de 14 de março.

O ciclone assolou também Maláui e Zimbaué, pelo que pelo menos 2,8 milhões de pessoas nos três países africanos foram afetados.

A cidade da Beira, no centro litoral de Moçambique, foi uma das mais afetadas pelo ciclone, na noite de 14 de março, e a ONU alertou que 400.000 pessoas desalojadas necessitam de ajuda urgente, avaliada em mais de 40 milhões de dólares (mais de 35 milhões de euros).

Duas semanas depois da tempestade, milhares de pessoas continuam à espera de socorro em áreas atingidas por ventos superiores a 170 quilómetros por hora, chuvas fortes e cheias, que deixaram um rasto de destruição em cidades, aldeias e campos agrícolas.

Portugal é um dos países que enviaram técnicos e ajuda para Moçambique.

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