"O problema nuclear norte-coreano é um problema muito grave. Mas neste ponto, é preciso manter o sangue-frio, é preciso agir de maneira pragmática e muito delicada", declarou o presidente russo.

A Rússia bloqueou na quinta-feira, na ONU, um projeto de declaração norte-americana que apelava à adoção de "medidas significativas" contra a Coreia do Norte. A diplomacia russa argumentou que o míssil lançado na terça-feira por Pyongyang era de médio alcance e não intercontinental.

Já os Estados Unidos e a ONU afirmam que o projétil, designado Hwasong-14, tem um alcance intercontinental, o que representa um grande êxito para o regime de Pyongyang, que tinha como objetivo poder ameaçar o território continental norte-americano com mísseis munidos de ogivas nucleares.

Moscovo exigiu aos Estados Unidos que suspendam os exercícios militares na Coreia do Sul.

Em paralelo, o Presidente norte-americano, Donald Trump, o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, reafirmaram hoje - num comunicado conjunto publicado no G20 - um voto de condenação pelo disparo do míssil.

Após um encontro a três, Trump, Abe e Moon consideraram que a atitude de Pyongyang põe em evidência "a ameaça crescente" que a Coreia do Norte representa, e apelaram novamente para que sejam impostas sanções contra o país.

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