Durante uma reunião do Partido Popular (PP, de direita) em Córdova, no sul da Espanha, Mariano Rajoy disse esperar que seja “nomeada uma pessoa que veja as coisas de forma diferente e, acima de tudo, que diga: sou um líder político e é por isso que vou respeitar a lei, porque é minha obrigação e é assim que acontece nos países democráticos”.

Carles Puigdemont, o presidente independente da Generalitat, o governo autónomo da Catalunha, foi demitido juntamente com toda a sua equipa a 27 de outubro pelo Governo central espanhol, que colocou a região sob guarda algumas horas após a proclamação de um “República Catalã” em Barcelona.

Sob ordem de prisão por rebelião e sedição em Espanha, Puigdemont mudou-se para Bruxelas.

Os independentistas obtiveram a maioria absoluta no Parlamento da Catalunha nas eleições regionais antecipadas de 21 de dezembro, convocadas por Madrid com a esperança de acabar com a crise.

Puigdemont esperava recuperar o seu cargo como presidente depois de ser investido à distância, mas o Tribunal Constitucional espanhol proibiu este procedimento.

Prevista para 30 de janeiro, a investidura do presidente pelo Parlamento catalão foi adiada ‘sine die’.

Algumas tensões têm surgido entre os independentistas catalães, divididos entre os que querem manter a todo o custo a candidatura de Puigdemont e os que defendem que deve ser encontrado outro candidato presidencial para sair da crise.

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