A sentença, de 82 páginas, é publicada seis meses depois do final do julgamento, em julho último, que levou à condenação do sacerdote espanhol, a quem o papa Francisco concedeu uns dias de liberdade condicional, quando faltam sete meses para cumprir a pena, noticiou a agência noticiosa Efe.

Neste processo, que se iniciou a 24 de novembro do ano passado, estavam também implicados dois colaboradores de Vallejo Balda, na COSEA, a comissão criada pelo papa para analisar as contas do Estado do Vaticano, Francesca Chaouqui e Nicola Maio, e ainda os jornalistas que que publicaram os documentos em dois livros, Giankuigi Nuzzi e Emiliano Fitipaldi.

A francesa Francesca Chaouqui, que era relações públicas, foi condenada a dez meses de prisão, com pena suspensa, enquanto Nicola Maio foi absolvido, e os dois jornalistas não foram julgados por estarem fora da jurisdição daquele tribunal.

A sentença refere, aliás, a falta de jurisdição para poder julgar os dois jornalistas, já que nenhum deles “se enquadra nas categorias estabelecidas” para o pessoal da Santa Sé que se inclui nas leis emitidas por Francisco sobre os delitos de fuga de documentação.

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