Nas redes sociais, a MUD responsabilizou agentes da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e da Polícia Nacional Bolivariana de agressões e difundiu vídeos e fotos para provar a denúncia.

O dirigente da oposição Henrique Capriles assegurou que um grupo fardado da GNB usou “armas de fogo” para dispersar os manifestantes em Caracas e acusou outros agentes de terem roubado uma monta em frente à base militar de La Carlota.

Também nas redes sociais circulavam testemunhos de jornalistas e manifestantes que asseguraram ter sido assaltados e agredidos por polícias, sobretudo a este da capital da Venezuela.

Pelo menos 80 pessoas morreram na Venezuela ao longo de 66 dias de protestos patrocinados pela oposição, anunciou hoje o ministro da Comunicação e Informação venezuelano, Ernesto Villegas, que instou as autoridades a castigar os responsáveis.

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