Giscard d’Estaing foi um “notável estadista francês e um importante impulsionador da integração europeia”, apontou Xi, na sua mensagem, segundo declarações divulgadas pela televisão estatal CCTV.

“Ele amava a cultura chinesa, encorajou ativamente o intercâmbio amigável e a cooperação entre China e França e contribuiu muito para o desenvolvimento das relações entre os dois países”, considerou.

Valéry Giscard d’Estaing visitou a China, pela primeira vez como chefe de Estado, em outubro de 1980, quando o país estava a começar a abrir-se ao mundo.

Os chineses são “um povo chamado a exercer uma influência considerável no mundo no futuro”, previu, em Pequim.

A viagem permitiu, nomeadamente, selar um acordo para a construção pela França de duas centrais nucleares no país asiático.

Giscard d’Estaing também foi um dos poucos líderes ocidentais a ir ao Tibete nessa altura, numa visita privada.

A viagem à China ocorreu sete anos depois de o seu antecessor, Georges Pompidou, se ter tornado o primeiro líder francês a ser recebido em Pequim.

Valéry Giscard d’Estaing, que governou a França entre 1974 e 1981, morreu na quarta-feira, aos 94 anos, devido ao novo coronavírus, anunciou a família.

Depois de deixar o Palácio do Eliseu ele voltou à China em várias ocasiões.

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