"Muitos funcionários da NFF estão atualmente sob investigação, pois o que possuem é desproporcional ao que deveriam ganhar", justificou Rasheedat Okoduwa, porta-voz da Comissão Independente Anticorrupção (ICPC).

Agentes da ICPC apreenderam 12 propriedades, metade das quais pertencia a Pinnick, entre elas uma residência em Londres.

Os dirigentes federativos, que vão ser ouvidos em tribunal no dia 26 de setembro, enfrentam um total de 17 acusações, que vão desde falha na comunicação de ativos até à apropriação indevida de cerca de 7,5 milhões de euros, pagos à NFF pela FIFA.

Numa outra investigação, Pinnick, o secretário geral da NFF, Mohammed Sanusi, e três outros dirigentes são acusados do suposto desvio de cerca de nove milhões de euros de doações da FIFA e da Confederação Africana de futebol (CAF), que deveriam ter como destino o desenvolvimento do futebol no país.

Em julho, a CAF expulsou Pinnick do cargo de seu vice-presidente face a estas acusações, contudo o dirigente nega os factos e fala de uma “caça às bruxas”.

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