Segundo o Ministério Público de Paris, citado pela agência noticiosa France-Presse, foi ordenada a detenção de Diallo, que já tinha estado detida para interrogatório esta semana e se encontra sem clube desde que o incidente foi tornado público.

Outros três suspeitos, detidos na quarta-feira, declararam às autoridades terem sido “mandatados para que Hamraoui não pudesse jogar futebol”.

As agressões reportam a 04 de novembro de 2021, alegadamente devido a uma rivalidade entre Hamraoui, internacional francesa de 32 anos, e Diallo, em disputa pela mesma vaga no meio campo do PSG.

Diallo sempre esteve associada ao caso e, segundo fontes citadas pela France-Presse, terá orquestrado uma “emboscada” à colega, atacada nas pernas com barras de ferro por dois homens, sob o olhar da outra futebolista, quando voltava de um jantar de equipa.

Ao todo, estão acusados formalmente pelo Ministério Público cinco pessoas por violência agravada e associação criminal, com dois detidos e outro em liberdade, mediante medidas de coação.

Os quatro homens que são também arguidos terão indicado Diallo como a ‘patrocinadora’ do ataque, ainda que nenhum admita ter batido em Hamraoui, apenas que estavam no local.

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